CASA DOS AÇORES
JANTAR DA MATANÇA DE PORCO

Por: Paulo Jorge Cabral (texto) - Tony Soares (Fotografias) - 2018.01.21
No sentido de manter as tradições açorianas, a Casa dos Açores de Winnipeg promoveu no passado dia 20 de janeiro o tradicional jantar anual da “Matança do Porco”.

Numa noite amena de inverno, com temperaturas acima do normal para esta altura do ano, reuniram-se ao redor desta tradição cerca de trezentos sócios e amigos daquela organização.

A este jantar também associaram-se como convidados Paulo Jorge Cabral, Cônsul de Portugal em Manitoba, Mike Pagtakkan, Vereador Municipal da Cidade de Winnipeg, Padre André Lico, Irmãs Dédé e Karina, Luis Dias, Presidente da Banda Lira de Fátima, Luís Vicente, Vice-Presidente do Núcleo de Winnipeg da Liga dos Combatentes, José Dias, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Manitoba, Maria Santos, Conselheira Escolar, Paulo Bergantim da LusoCanTV, João Cardoso da Rádio CKJS e Tony Soares, fotografo freelance.

Depois das boas-vindas por João Cardoso, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Casa dos Açores, foi invocado um minuto de silêncio pelo falecimento de Maria Reis, voluntária durante vários anos nesta organização. O Padre Lico foi incumbido de proferir a oração de Ação de Graças, o qual abençoou os alimentos e as pessoas que o prepararam.

O delicioso jantar servido tipo bufete, começou a ser preparado na semana anterior pelos laboriosos voluntários da Casa dos Açores, na confeção dos enchidos, consistiu de todas as iguarias de essenciais a um bom jantar de “matança” não deixando de incluir uma boa feijoada com todos os acompanhamentos. 

Após o jantar João Paulo Melo, Presidente da Casa dos Açores, agradeceu a presença de todos, especialmente as dos convidados, convidou os convivas a repetir a refeição, pois havia muita fartura.
A primeira parte do entretenimento foi a cargo dos Grupos Folclóricos da Casa dos Açores, respetivamente, Ondas Azuis, Ilhas de Bruma e Memórias da Nossa Terra.


O entretenimento prosseguiu com a atuação do artista local Hermano Silva, que atuou algumas canções do seu reportório.
A segunda parte do espetáculo foi preenchida com a atuação da artista convidada Lídia de Sousa, natural da Ilha de Santa Maria e radicada na vizinha província de Ontário.

Com a sua voz muito castiça começou por cantar várias canções de carater popular, tendo depois convidado o Padre André e irmãs Deigevan e Karina, que em quarteto cantaram duas canções de cariz religioso, contando com a participação da audiência que acenaram seus telemóveis iluminados.
Terminou a sua atuação cantando em dueto com a sua conterrânea Fátima Andrade.

O serão terminou novamente com a intervenção de Hermano Silva, que desta vez com música de baile.