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CASA DOS AÇORES

JANTAR DA MATANÇA DE PORCO


Por: Paulo Jorge Cabral - 2015.01.24

Ao aproximar-mos da Casa dos Açores no passado dia 24 de janeiro, dia de jantar de matança de porco, os aromas dos preparativos do repasto faziam-se sentir no ar, trazidos pelos ventos predominantes de oeste numa noite amena de inverno, com temperaturas muito acima do normal esperado para esta altura do ano.
Evento organizado anualmente por esta organização, o tradicional jantar da “Matança de Porco”, teve a participação de cerca de duas centenas e meias de pessoas, tendo como convidados Paulo Jorge Cabral, Cônsul de Portugal em Manitoba, Mike Pagtakkan, Vive-Mayor da Cidade de Winnipeg, Padre André Lico, Padre Tiago Coloni e Irmãs Dédé e Carina.

Depois das boas-vindas por João Paulo Melo, Presidente da Casa dos Açores, o Padre Tiago Coloni foi incumbido de proferir a oração de Ação de Graças, o qual abençoou os alimentos e as pessoas que o prepararam.

O delicioso jantar servido tipo bufete, começou a ser preparado na semana anterior pelos incansáveis voluntários da Casa dos Açores, na confeção dos enchidos, consistiu de todas as iguarias de essenciais a um bom jantar de “matança” não deixando de incluir uma boa feijoada com todos os acompanhamentos.
 
Após o jantar João Paulo Melo, Presidente da Casa dos Açores, agradeceu a presença de todos, especialmente as dos convidados, convidou os convivas a repetir a refeição, pois havia muita fartura.

O entretenimento este ano foi preparado no sentido de providenciar aos convivas uma retrospectiva do que era uma noite de matança na nossa terra com as tradicionais cantigas ao desafio.

Para o efeito deslocaram-se a Winnipeg directamente da Ilha Terceira o Mariense Carlos Andrade, e de Califórnia os Jorgense António Azevedo, aos quais se juntaram os “cantadores” locais João Pavão e António Arruda.

Ao som das violas de Henrique Dutra, Júlio Lopes e à guitarra portuguesa José Chaves começou a primeira parte do espectáculo com um tradicional “pezinho” da Terceira aonde participaram todos os intervenientes.
De seguida deu-se início ao “desafio” tendo sido a cantoria alternada com os cantadores de “fora” com os de “casa” tendo terminado com a “disputa” entre os cantadores convidados.

O serão terminou com a sempre muita esperadas “velhas”, forma de expressão popular da ilha Terceira.